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Atos de vandalismo em escolas e CMEIs devem ser denunciados pelo 153

em 04 Janeiro 2018. Postado em Notícias

A população que vive perto das escolas e centros municipais de educação infantil (CMEIs) de Curitiba pode contribuir para que no período de férias as unidades educacionais estejam protegidas da ação de vândalos. O apoio da comunidade é importante para que a Guarda Municipal e a polícia possam agir rapidamente quando for necessário proteger os espaços de educação da cidade.

Além do telefone 153 da Guarda, é possível ligar para a empresa G5, contratada pela Secretaria da Educação para o serviço de monitoramento interno (áreas cobertas por sensores) das unidades. O telefone é 3045 7940.

Segundo a diretora do Departamento de Logística da Educação, Maria Cristina Brandalize, os atos de vandalismo acarretam diversos prejuízos às unidades. “Além dos custos com manutenção e limpeza, eles causam insegurança à comunidade escolar. Por isso, é importante a colaboração da população para cuidar das unidades, informando a Guarda Municipal em casos de movimentações suspeitas nos locais”, alerta Maria Cristina.

A Guarda Municipal de Curitiba faz um trabalho permanente de patrulhamento para evitar a degradação do patrimônio. "Também contamos com um reforço específico de guardas municipais em diversas escolas para conter esse tipo de delito", informa o diretor-geral da Guarda Municipal, Odgar Nunes Cardoso.

Trabalho coletivo

Em 2017, a equipe do Centro Municipal de Educação Infantil Novo Horizonte, no Sítio Cercado, iniciou o ano com um debate sobre a reorganização do espaço externo do CMEI com as famílias. O local era constantemente vandalizado.

“Em nossa primeira integração com as famílias, decidimos revitalizar esse espaço com as produções das crianças. Colocamos também brinquedos de madeira no gramado, fizemos pinturas nos muros e nos solários para a melhoria do ambiente, tudo com a participação das famílias. O espaço das crianças ganhou reforço da comunidade para ser preservado e cuidado. Recorremos ao 153 para denúncia de ações suspeitas”, afirma a pedagoga Daniele Sari.

Com os recursos descentralizados que todas as unidades recebem, o gasto com reparos e recuperação dos espaços vandalizados poderia ser revertido para aquisição de material didático, brinquedos, livros, equipamentos, móveis e manutenção.

“Trabalhamos a questão do vandalismo nas unidades e com as associações de pais, professores e funcionários e comunidades. A fiscalização do coletivo é um caminho certeiro no combate ao vandalismo”, reforça Maria Cristina.

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